
Nota política conjunta da Casa da Resistência, Centro Popular George Américo, Plataforma Chico Pinto, Movimento de Unidade Popular (MUP), Editorial Adandé, Revista Bacuri e Núcleo de Estudos Guevaristas.
A situação imediata na Venezuela diante da criminosa e maior agressão direta dos EUA da história contra um país latino-americano é de generalizar a resistência popular e iniciar uma guerra de todo o povo para derrotar a invasão imperialista e expulsar o inimigo.
A besta imperialista, ferida e moribunda, em uma ação colonial sem precedentes, inicia uma guerra de agressão contra o povo venezuelano, realizando bombardeios covardes, operações de sabotagem e incursões terrestres para derrubar o governo bolivariano e se apropriar dos recursos energéticos do país.
Exigir a aparição com vida de Nicolás Maduro e Cilia Flores, sequestrados pelo governo fascista do estuprador e pedófilo Donald Trump. Defender a República Bolivariana da Venezuela, seu governo legítimo, sua democracia popular e a pátria revolucionária de Guaicaipuro, Bolívar, Zamora e Chávez.
Toda a esquerda latino-americana, as forças populares e os movimentos sociais, como dever anti-imperialista, precisam sair às ruas em demonstrações de solidariedade ao povo chavista da Venezuela e assumir uma política de formação de brigadas internacionalistas, apoiando e participando diretamente da resistência contra a América fascista.
No plano internacional, é necessário exigir que os governos progressistas da Colômbia, México e Brasil se juntem a Cuba e a Nicarágua para defender de forma objetiva e com medidas militares a soberania venezuelana, a estabilidade do continente e a paz regional.
A Federação Russa e a República Popular da China, que também são nações agredidas pelo Império, assim como a República Islâmica do Irã que está sofrendo um ataque neste momento, precisam liderar o Sul Global como uma questão existencial, intervir em defesa da soberania da Venezuela e avançar também na constituição de um novo Pacto de Varsóvia com os países do campo anti-imperialista como a Coreia Popular e a Confederação do Sahel, para enfrentar e se opor aos ataques da besta imperialista e seus vassalos associados, que em situação de desespero estratégico e crise terminal, espalha guerras de agressão e massacres contra os povos e países soberanos em todo o mundo.
VENCEREMOS!
MORTE AO IMPÉRIO!



